Gestão de Riscos
Identifico o que pode parar a operação e priorizo pelo impacto real no negócio e nos clientes.
- Mapeamento de riscos operacionais e de segurança
- Priorização por impacto e probabilidade
- Planos de ação e continuidade
Segurança da informação aplicada — da bancada de manutenção à gestão de uma operadora de internet.
Sou Supervisor Técnico, com 14+ anos em tecnologia e pós-graduação em Segurança da Informação. Lidero a equipe técnica de uma operadora e transformo boas práticas em rotina: acessos controlados, riscos priorizados e pessoas preparadas.
Cinco frentes que conduzo no dia a dia de uma operadora — com processo, liderança e foco no que realmente reduz risco.
Identifico o que pode parar a operação e priorizo pelo impacto real no negócio e nos clientes.
Em telecom, o equipamento de rede é a porta de entrada mais visada — e a mais esquecida.
Quando algo dá errado, a equipe precisa saber exatamente o que fazer — e quem avisar.
Cada pessoa com o acesso de que precisa — nem mais, nem menos.
Segurança só funciona quando vira rotina da equipe, não regra na gaveta.
Nomes de empresas, clientes e detalhes de controles foram omitidos de propósito. Um profissional de segurança deve praticar o que recomenda — inclusive no próprio portfólio. Detalho tudo o que for permitido em entrevista.
Projetos que conduzi, descritos pelo resultado — sem expor a infraestrutura de ninguém.
Outros projetos envolvem detalhes de infraestrutura e de clientes. Posso apresentá-los em entrevista, dentro do que for permitido.
Um ciclo simples, inspirado nas funções do NIST Cybersecurity Framework e adaptado à realidade de uma operadora.
O que temos, o que importa e o que pode dar errado.
Controles simples e bem aplicados: acessos, credenciais, hardening.
Perceber cedo quando algo foge do normal.
Agir rápido, conter o dano e comunicar com clareza.
Voltar a operar — e sair do incidente mais forte.
Ferramenta sem processo é só mais uma senha para gerenciar.
Acesso é concedido pela função, nunca por conveniência.
Uma equipe bem orientada evita mais incidentes que qualquer firewall.
Compartilhar o necessário, proteger o resto.
14+ anos, uma mesma casa, três estágios — cada um construído sobre o anterior.
Manutenção de microcomputadores e notebooks. A base de tudo: entender a máquina por dentro.
Administração e evolução da rede da operadora, equipamentos de clientes e tratamento de falhas.
Gestão da operação: lidero a equipe técnica e respondo por acessos, riscos, incidentes e processos de segurança.
Porque ninguém é só currículo.
Horas e horas no PS1. A lógica de evoluir de estágio em estágio virou o jeito como eu enxergo a própria carreira.
Gerenciar colonos em crise é basicamente resposta a incidentes — só que com mais incêndios e invasões.
Aberto a oportunidades em segurança da informação, gestão técnica e operações. Deixe sua mensagem: ela chega direto até mim — sem e-mail ou redes expostos aqui.